quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pobre poetisa! Eterna escrava da tristeza. O grande combustível de seus textos. E eu pergunto: Como podes aprecia-la poetisa? Como podes gostar da névoa que encobre a ti? Sigo aqui, assim mesmo, sem que ela me responda. Sem entende-la. Pobre poetisa! Brinca com as palavras, diz desabafar em suas linhas, aglutina as rimas e faz escorrer as lágrimas no rosto de quem vos escreve.

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